17 de agosto de 2008

Rodolfo


Rodolfo dos Reis Ferreira nasceu no dia 29 de Janeiro de 1954 na cidade do Porto.
Foi o único jogador do Futebol Clube do Porto que nunca vestiu outra camisola. Desde os seus 11 anos, altura em que ingressou nos iniciados do F.C. Porto, até aos 30 anos quando pôs um ponto final na sua carreira. Foram 19 anos sempre a defender a camisola azul e branca.
Foi o capitão da equipa que ao fim de um longo jejum de 19 anos se sagrou Campeã Nacional na época de 1977/78. Sobre esse campeonato e principalmente sobre o jogo contra o S.L. Benfica no Estádio das Antas, Rodolfo disse no livro t´antas glórias de Júlio Magalhães:
“As coisas estavam complicadas depois do auto-golo do Simões, até que empatamos com um golo do Ademir em que a bola passou no meio de 20 jogadores que estavam dentro da área do Benfica. Recordo-me que fomos festejar com o Ademir e ajoelhamo-nos a agradecer a Deus aquele golo que nos salvou de viver o que seria, com toda a certeza, um dos momentos desportivos mais tristes da história do estádio. Eram muitos milhares à espera daquele título e que não acreditavam que o perdêssemos ali. E estivemos quase a perder”.
Na temporada seguinte 1978/79, o F.C. Porto volta a sagrar-se Campeão Nacional ainda com Rodolfo como capitão.
Na época de 1980/81 conquistou a Taça Associação de Futebol do Porto e a primeira Supertaça Cândido de Oliveira para o F.C. Porto. Repetiu a vitória na Supertaça Cândido de Oliveira na temporada de 1982/83, quando colocou um ponto final na sua carreira de futebolista.
Depois de deixar o futebol, Rodolfo iniciou a carreira de treinador nos juniores do F.C. Porto. Passou por diversos clubes até que na tempodada de 1998/99 voltou ao Futebol Clube do Porto para ser adjunto de Fernando Santos onde saiu em 2000/01.

Palmarés
2 Campeonatos Nacionais da 1ª Divisão (Portugal)
1 Taça de Portugal
2 Supertaças Cândido de Oliveira

3 comentários:

dragao vila pouca disse...

Conheço o Rodolfo pessoalmente, desde os tempos do Infante D.Henrique.
Simbolizou a alma e a mística azul e branca e era daqueles que não virava a cara à luta.
Como adjunto de F.Santos ficou aquém das expectativas e não foi a voz que fizesse o contraponto com a calma, às vezes, irritante do engenheiro do penta.
Um abraço

dragao vila pouca disse...

Quem for a favor da Reginalização pode passar no meu blog ou no Renovar o Porto e assinar a petição.
Um abraço

Gabriela disse...

Conheço bem o Rodolfo aquela raça querer e orgulho azul e branco estão dentro do coração deste nosso capitão só é pena hoje em dia não haver jogadores como este no nosso plantel que o que vale é somente o dinheiro e não a camisola. Capitão como este nunca mais. Grande abraço para ele de saudade.