8 de maio de 2011

Festa


Alberto Antunes Augusto Festa nasceu no dia 21 de Julho de 1939 em Santo Tirso.
Foi no F.C. Tirsense que começou a jogar futebol. Na temporada de 1960/61, já como sénior, ingressou no Futebol Clube do Porto.
Vestiu a camisola azul e branca durante oito temporadas onde foi o defesa direito dos Dragões.
No dia 16 de Setembro e 1964, foi um dos titulares da equipa dos Dragões que venceram o Olimpique de Lyon por 3-0 na 1ª mão da 1ª eliminatória da Taça dos Vencedores das Taças e que marcou o primeiro triunfo do F.C. Porto nas competições europeias.
Em 1966 foi um dos três “Magriços” das Antas, juntamente com Américo e Custódio Pinto, que marcaram presença no Campeonato do Mundo de Futebol de Inglaterra.
Em 1968 ainda fez parte do plantel que conquistou a Taça de Portugal depois da vitória do F.C. Porto sobre o V. Setúbal por 2-1 na Final do Jamor.
Ganhou por seis vezes a Taça Associação de Futebol do Porto (1960/61, 1961/62, 1962/63, 1963/64, 1964/65 e 1965/66).
Na temporada seguinte, Festa regressou ao F.C. Tirsense para competir durante mais duas épocas, até terminar a sua carreira no final da temporada de 1971/72.

Palmarés
1 Taça de Portugal
6 Taças Associação de Futebol do Porto

3 comentários:

Anónimo disse...

Tudo certo à excepção ter sido titular na conquista da Taça de 1968.


Não senhor! No "lugar" dele jogou o Bernardo da Velha!

Na época seguinte (1968/69) fez parte de uma célebre equipa do Tirsense que eliminou o FC Porto em pleno Estádio das Antas parea a... Taça de Portugal!

Até há poucos anos exercia o cargo se secretário-técico do Tirsense!!!

Paulo Moreira disse...

Tem razão e já esta corrigido o erro.

Jaime Silva, Custódio Pinto, Eduardo Gomes, Nóbrega, Djalma, Pavão, Valdemar, Rolando, Atraca, Américo e Bernardo da Velha. Foram esses os titulares do jogo.

dragao vila pouca disse...

Lembro-me bem do Festa, por ter sido o único jogador do F.C.Prto a jogar no mundial de 1966, três jogos e todos eles em muito bom nível.
Pena que o seleccionador da altura, Manuel da Luz Afonso e o treinador Otto Glória, não tenha apostado também no Américo, melhor guarda-redes português na altura. Se calhar Portugal já tinha sido campeão do mundo.

Abraço